Cebolinha – Técnica das 3 Folhas

Continuando o tema das cebolinhas, gostaria de compartilhar uma técnica que uso para estimular o crescimento e engrossamento das cebolinhas. É uma técnica muito fácil na verdade, que consiste em simplesmente deixar somente 3 folhas no máximo em cada ramo de cebolinha, removendo sempre as excedentes. Também é importante lembrar que sempre devem ser removidas as folhas do jeito certo, a partir da mais externa, e puxando pra baixo, sem cortar.

Veja abaixo um exemplo de Antes e Depois:

Em alguns casos eu chego a deixar somente 2 folhas. Mas 4 somente se a folha de fora ainda estiver difícil de remover sem machucar a muda.

Outro detalhe, sempre plantar as mudas isoladas. Aí na foto parecem 4 mudas juntas, mas na verdade era uma só que se multiplicou. Aí teria que remover parte da raiz, mas aí já é outra história.

Nesse outro exemplo, o ramo chegou a ter 5 folhas, daí removi as 2 externas, uma de cada lado:

Mesmo que as folhas excedentes não estejam muito grandes no começo, fazendo sempre isso, as que ficam acabam crescendo mais.

Observação: Essa técnica eu não encontrei em nenhum lugar na internet, foi experiência própria mesmo. Se alguém encontrar algum artigo falando isso, comente aqui por favor. Mas creio que não exista, porque só faz sentido pra quem planta em casa artesanalmente.

Até a próxima!

Pote ventilado para pré-compostagem

Lembram do post sobre aproveitar a vela do filtro para caqueira? Eu também aproveitei o bico da vela pra fazer um respiro de pote de pré-compostagem.

O bico das velas de filtro possui uma telinha bem fina, que não deixa mosquitos entrarem, mas permite fazer um pote que tenha ventilação. Eu uso isso em potes de sorvete como caixa de pré-compostagem.

Eu tenho composteira de minhocas, mas uso uma técnica de pre-compostagem para acelerar o processo, que basicamente é deixar os restos apodrecendo um pouco antes de colocar diretamente no minhocário. Esses potes precisam ser ventilados, não pode ser vedado, precisa de oxigênio (decomposição aeróbica). Dessa forma, não fede nem gera mosquitos.

Só cortei uma parte da rosca que fica sobrando pra dentro, fiz um furo no pote, depois coloquei do jeito normal que se coloca no filtro de barro. Usei uma serrinha de mão e um estilete. Outro detalhe, usei dois furos, um de cada lado, pra ventilar melhor.

Cebolinha – Aproveito tudo!

MInha cebolinha orgânica caseira. A dica de hoje é aproveitar tudo.

Uma parte lógico que eu sempre replanto, mas como multiplica muito, eu pego e lavo os talinhos também, só tiro as raízes.

Ótimo pra usar como tempero, como se fosse alho! É mais suave, pode usar a vontade.

No feijão fica uma delícia!

Cebolinha na Varanda

Cebolinha na varanda, claro que dá, muito fácil!

Já faz um tempo que planto a minha própria cebolinha, mais de um ano pra falar a verdade, que foi a última vez que comprei no mercado. Agora, só da minha própria.

É muito fácil de cuidar, não vou colocar aqui as dicas básicas porque tem muita coisa legal na internet, no youtube etc.

Essa minha até deu flor! E das flores eu colhi sementes, e plantei, inclusive estão brotando, depois coloco aqui pra vocês verem. Considero que somente das sementes serão 100% orgânicas, porque essas aí, apesar de serem replantadas já umas 3 gerações, vieram de mudas compradas com raiz num horti-fruti.

Por hoje é só, vou colocando aos poucos aqui. Até a próxima.

Voltando do limbo! Dica casqueira de vela de filtro.

Voltando do limbo, estive sem tempo para dedicar a este blog, mas nunca deixei de cuidar das minhas plantinhas. Muita coisa aconteceu, vou tentar retomar aqui.

E pra voltar, uma dica. Se você usa filtro de barro, não jogue fora as velas velhas. Você pode quebrar elas e usar de caqueira no fundo dos vasos. É ótimo! Uso nos meus, e serve perfeitamente como caqueira.

Pra que não sabe, a caqueira normalmente é feita de cacos de telha picados e colocados no fundo dos vasos. Ele tem dupla finalidade. Ao contrário de pedras que somente servem pra ajudar na drenagem, a caqueira também serve como repositório de água para emergências. Por absorver um pouco da água, em casos de falta de rega, quando a terra fica seca, os cacos servem como último recurso de água para que as plantas resistam mais um pouco. Quando você fizer o o transplante, vai observar que algunas raízes vão estar coladas nesses cacos.

Eu vi a dica da caqueira no canal do Youtube ABC do Bonsai. (Não lembro o vídeo exato, faz muito tempo).

Então certo dia, trocando as velas do filtro, observei que elas são de barro, praticamente a mesma coisa que uma telha. Então pensei: Por quê não? Daí quebrei em cacos e desde então uso direto em meus vasos, muito mais prático do que ficar procurando telhas velhas em restos de obras, já que uso filtro de barro, e sempre tenho elas. Além de ser uma prática sustentável.

Orquídea 2017

Minha orquídea bienal dando o seu olá neste inverno!

Dicas simples: como deixar a terra do vaso (ou canteiro) fofinha

Achei muito interessante este post sobre afofar a terra dos vasos, e estou compartilhando.

Vejam clicando no link abaixo:

Fonte: Dicas simples: como deixar a terra do vaso (ou canteiro) fofinha

Mini-Romã ressuscitada dando fruta

Lembram da minha Mini-Romã que foi ressuscitada? Agora deu até fruta novamente!

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Mini-Rosa – Alporquia bem sucedida

Após inúmeras tentativas de reproduzir minhas Mini-rosas por estaquia, sem sucesso, resolvi tentar como último recurso uma alporquia.

Não fiz nada muito elaborado, foi só teste mesmo, e acabou dando certo. Peguei um pedaço de plástico, desses saquinhos de congelar carne, juntei um pouco de terra vegetal adubada e prendi com fita isolante. Não vou ensinar alporquia aqui, pois na internet já tem bastante lugar explicando. Só gostaria de dizer que não usei nada das frescuras que tanto dizem pra fazer, esfagno, plástico escuro etc, etc. Fiz bem tosco mesmo. Veja na foto abaixo.

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Daí eu deixei sem mexer por aproximadamente 5 meses, só regando de vez em quando, pois fiz furinhos no plástico para a água entrar quando eu regasse. Não sei se ajudou o atrapalhou. Na verdade fiquei na dúvida se o próprio caule umedece o alporque ou não. Se alguém souber, por favor aceito a explicação.

Infelizmente não tirei foto das raízes formadas no alporque, porque achei que nem ia dar certo. Mas não foram muitas, só um pouco de raízes grossas ao redor, sem muitas ramificações. Mas achei que já eram o suficiente para suportar o transplante. A foto abaixo foi logo que eu coloquei num vaso.

 

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Mas então percebi um erro, esqueci de desfoliar. Então ela começou a sentir a mudança, e as folhas começaram a amarelar e secar. Então pra tentar salvar eu arranquei as folhas e logo percebi pequenos brotos crescendo.

 

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Depois de apenas um mês ela já estava cheia de folhas novamente, e até um botão saiu abriu!

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E daí em diante só alegria!

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Ressucitação de uma Mini-Romã

A Mini-Romã, ao contrário do que se pensa, não é um bonsai de Romã, e sim uma variação de tamanho menor da Romã. Assim como no caso das Mini-Rosas.

É uma planta de sol, muito resistente e fácil de cuidar. Tanto que a minha sobreviveu por muito tempo em condições extremas. Estava na casa da minha mãe, passando por sol forte, secas, chuvas fortes, regas irregulares, terra ruim etc.

Só que ela começou a ficar muito feita, sem folhas e parou de crescer. Achei que estava morrendo. Então tomei medidas drásticas, trouxe pra minha casa e fiz um tratamento intensivo.

Aqui mostrarei as fotos de como estava e como ficou depois de muitos cuidados, além de dar dicas do que eu fiz para restaurar a planta.

A primeira coisa que fiz foi trocar de vaso, usando um substrato de melhor qualidade, composto basicamente de terra vegetal com um pouco de torta de mamona e farinha de ossos. Também usei a técnica de falso transplante, onde as raízes quase não são podadas, até porque já tinha pouca raiz.

Veja o estado deplorável em que se encontrava! Praticamente só galhos secos, parecia morta…

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Deixei em local bem iluminado mas sem sol direto. Isso é importante, pois plantas debilitadas não suportam sol direto, principalmente se estiverem com poucas folhas.

Pra finalizar a primeira etapa, retirei galhos e as folhas secas e amareladas, deixei só um pouco para a fotossíntese.

Importante observar que a mudança gerou um trauma significativo, pois várias coisas foram feitas ao mesmo tempo, o que deve ser evitado ao máximo:

  1. Mudança de endereço – Microclima diferente;
  2. Mudança de vaso e substrato – Transplante;
  3. Poda.

Diante dessas mudanças é necessário manter a planta estável durante o tempo suficiente para ela se reestabelecer. Tomando esse cuidado, depois de algumas semanas em tratamento, com regas regulares, ela começou a produzir brotações. Foi aí que percebi que estava dando certo. É preciso paciência, pois essas coisas demoram um pouco.

Aí entra uma ação estratégica. Assim que começarem a nascer brotos, é necessário podar os galhos mais compridos, tirando as folhas velhas e o excesso de comprimento. Isso favorece o crescimento dos brotos, pois garante o adequado suprimento de nutrientes.

Aqui após aproximadamente 2 semanas após o transplante, quamdo as novas folhas começaram a brotar. Sinal de que as condições estão favoráveis. Depois que aparecem, as folhas crescem muito rápido.

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Aqui apenas 4 dias após a foto anterior.

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E aqui depois de 1 mês e algumas pequenas podas estratégicas. Já mudou totalmente o visual.

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E no fim, após 6 meses, a planta já com a aparência recuperada.

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