Orquídea 2017

Minha orquídea bienal dando o seu olá neste inverno!

Dicas simples: como deixar a terra do vaso (ou canteiro) fofinha

Achei muito interessante este post sobre afofar a terra dos vasos, e estou compartilhando.

Vejam clicando no link abaixo:

Fonte: Dicas simples: como deixar a terra do vaso (ou canteiro) fofinha

Mini-Romã ressuscitada dando fruta

Lembram da minha Mini-Romã que foi ressuscitada? Agora deu até fruta novamente!

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Mini-Rosa – Alporquia bem sucedida

Após inúmeras tentativas de reproduzir minhas Mini-rosas por estaquia, sem sucesso, resolvi tentar como último recurso uma alporquia.

Não fiz nada muito elaborado, foi só teste mesmo, e acabou dando certo. Peguei um pedaço de plástico, desses saquinhos de congelar carne, juntei um pouco de terra vegetal adubada e prendi com fita isolante. Não vou ensinar alporquia aqui, pois na internet já tem bastante lugar explicando. Só gostaria de dizer que não usei nada das frescuras que tanto dizem pra fazer, esfagno, plástico escuro etc, etc. Fiz bem tosco mesmo. Veja na foto abaixo.

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Daí eu deixei sem mexer por aproximadamente 5 meses, só regando de vez em quando, pois fiz furinhos no plástico para a água entrar quando eu regasse. Não sei se ajudou o atrapalhou. Na verdade fiquei na dúvida se o próprio caule umedece o alporque ou não. Se alguém souber, por favor aceito a explicação.

Infelizmente não tirei foto das raízes formadas no alporque, porque achei que nem ia dar certo. Mas não foram muitas, só um pouco de raízes grossas ao redor, sem muitas ramificações. Mas achei que já eram o suficiente para suportar o transplante. A foto abaixo foi logo que eu coloquei num vaso.

 

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Mas então percebi um erro, esqueci de desfoliar. Então ela começou a sentir a mudança, e as folhas começaram a amarelar e secar. Então pra tentar salvar eu arranquei as folhas e logo percebi pequenos brotos crescendo.

 

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Depois de apenas um mês ela já estava cheia de folhas novamente, e até um botão saiu abriu!

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E daí em diante só alegria!

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Ressucitação de uma Mini-Romã

A Mini-Romã, ao contrário do que se pensa, não é um bonsai de Romã, e sim uma variação de tamanho menor da Romã. Assim como no caso das Mini-Rosas.

É uma planta de sol, muito resistente e fácil de cuidar. Tanto que a minha sobreviveu por muito tempo em condições extremas. Estava na casa da minha mãe, passando por sol forte, secas, chuvas fortes, regas irregulares, terra ruim etc.

Só que ela começou a ficar muito feita, sem folhas e parou de crescer. Achei que estava morrendo. Então tomei medidas drásticas, trouxe pra minha casa e fiz um tratamento intensivo.

Aqui mostrarei as fotos de como estava e como ficou depois de muitos cuidados, além de dar dicas do que eu fiz para restaurar a planta.

A primeira coisa que fiz foi trocar de vaso, usando um substrato de melhor qualidade, composto basicamente de terra vegetal com um pouco de torta de mamona e farinha de ossos. Também usei a técnica de falso transplante, onde as raízes quase não são podadas, até porque já tinha pouca raiz.

Veja o estado deplorável em que se encontrava! Praticamente só galhos secos, parecia morta…

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Deixei em local bem iluminado mas sem sol direto. Isso é importante, pois plantas debilitadas não suportam sol direto, principalmente se estiverem com poucas folhas.

Pra finalizar a primeira etapa, retirei galhos e as folhas secas e amareladas, deixei só um pouco para a fotossíntese.

Importante observar que a mudança gerou um trauma significativo, pois várias coisas foram feitas ao mesmo tempo, o que deve ser evitado ao máximo:

  1. Mudança de endereço – Microclima diferente;
  2. Mudança de vaso e substrato – Transplante;
  3. Poda.

Diante dessas mudanças é necessário manter a planta estável durante o tempo suficiente para ela se reestabelecer. Tomando esse cuidado, depois de algumas semanas em tratamento, com regas regulares, ela começou a produzir brotações. Foi aí que percebi que estava dando certo. É preciso paciência, pois essas coisas demoram um pouco.

Aí entra uma ação estratégica. Assim que começarem a nascer brotos, é necessário podar os galhos mais compridos, tirando as folhas velhas e o excesso de comprimento. Isso favorece o crescimento dos brotos, pois garante o adequado suprimento de nutrientes.

Aqui após aproximadamente 2 semanas após o transplante, quamdo as novas folhas começaram a brotar. Sinal de que as condições estão favoráveis. Depois que aparecem, as folhas crescem muito rápido.

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Aqui apenas 4 dias após a foto anterior.

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E aqui depois de 1 mês e algumas pequenas podas estratégicas. Já mudou totalmente o visual.

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E no fim, após 6 meses, a planta já com a aparência recuperada.

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Faça seu próprio vaso de cimento para bonsai!

Neste post vou mostrar para vocês um vaso para bonsai que eu fiz artesanalmente de cimento. O vaso em si tá um lixo não é grande coisa, é só uma sugestão para mostrar como é fácil e barato.

Na verdade esse é o meu primeiro vaso feito de cimento, então está uma bosta bem rústico mesmo, rsrs.

Lista de Materiais:

  • Cimento, areia e águaDSCN0238
  • Recipiente para misturar (bacia)
  • Uma vasilha maior para servir de molde externo
  • Uma vasilha menor para servir de molde interno
  • Uma tampinha de garrafa ou objeto similar
  • Um objeto para servir de peso (usei um pote de fertilizante)
  • Uma pá para misturar o cimento

 

 

Forma de Fazer:DSCN0240

Prepare o cimento. A medida básica é 1 parte de cimento para 3 de areia. Primeiro misture bem a areia e o cimento secos até ficar com a cor uniforme. Depois vá molhando aos poucos, misturando bem, até formar a argamassa. Se tiver interesse, procure na internet por “Traços de Cimento”, que tem várias dicas para aperfeiçoar a mistura de argamassa e obter acabamentos melhores.

Precisa calcular a quantidade necessária, mas eu fiz a olho mesmo.

Dica: é bom dar uma peneirada na areia caso ela tenha muitos pedriscos.

 

 

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Coloque a tampinha no centro do pote maior e preencha com o cimento até o nível da altura da tampinha. Essa tampinha vai ser o furo de drenagem do vaso.

 

 

 

 

 

 

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Depois coloque o pote menor (mais estreito) sobre a tampinha, cuidando para centralizar bem, igualando os espaços.

 

 

 

 

 

 

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Depois preencha com cimento nas laterais. É importante usar um peso para segurar o pote interno na posição, senão o cimento de baixo pode subir acima da tampinha. Apesar da foto estar sem o peso, eu tirei só pra poder segurar com a mão, mas depois coloquei novamente.

 

 

 

 

 


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Deixe secar por uns 2 ou 3 dias e depois tire dos moldes. É importante ter certeza que endureceu bem, senão quando tirar os moldes poderá partir ou esfarelar.

 

 

 

 

 

 

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Faltou fazer os pezinhos. Eu fiz com umas pecinhas de cimento grudadas com durepox, mas você pode usar a imaginação. É importante que o vaso tenha pezinhos para deixar um vão para a drenagem da água pelo furo.

 

 

 

 

 

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Por último eu pintei, pra dar uma melhorada na aparência. No meu caso usei tinta acrílica diluída em água e passei várias demãos, até uniformizar a cor. Essa técnica evita de ficar com marcas de pincel, dando uma aparência mais uniforme e natural, como se fosse um vaso de cerâmica.

 

 

 

 

 

Você pode usar potes de formatos variados, como redondos ou ovais. Em alguns casos nem precisa do pote interno, se fizer um cimento um pouco mais grosso, pode modelar com uma pá. Só que vai ficar mais rústico e irregular. O limíte é sua imaginação.

E por favor, se for fazer, faça melhor que esse meu…rsrsrs!

Minhas Orquídeas 2015

Troquei de vaso para ver se ajuda a criar  mudas, inclusive dividi em duas. Este ano também deu flor, mas só uma das mudas. Achei que não ia pela mudança de vaso, mas até que foi!

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