Ressucitação de uma Mini-Romã

A Mini-Romã, ao contrário do que se pensa, não é um bonsai de Romã, e sim uma variação de tamanho menor da Romã. Assim como no caso das Mini-Rosas.

É uma planta de sol, muito resistente e fácil de cuidar. Tanto que a minha sobreviveu por muito tempo em condições extremas. Estava na casa da minha mãe, passando por sol forte, secas, chuvas fortes, regas irregulares, terra ruim etc.

Só que ela começou a ficar muito feita, sem folhas e parou de crescer. Achei que estava morrendo. Então tomei medidas drásticas, trouxe pra minha casa e fiz um tratamento intensivo.

Aqui mostrarei as fotos de como estava e como ficou depois de muitos cuidados, além de dar dicas do que eu fiz para restaurar a planta.

A primeira coisa que fiz foi trocar de vaso, usando um substrato de melhor qualidade, composto basicamente de terra vegetal com um pouco de torta de mamona e farinha de ossos. Também usei a técnica de falso transplante, onde as raízes quase não são podadas, até porque já tinha pouca raiz.

Veja o estado deplorável em que se encontrava! Praticamente só galhos secos, parecia morta…

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Deixei em local bem iluminado mas sem sol direto. Isso é importante, pois plantas debilitadas não suportam sol direto, principalmente se estiverem com poucas folhas.

Pra finalizar a primeira etapa, retirei galhos e as folhas secas e amareladas, deixei só um pouco para a fotossíntese.

Importante observar que a mudança gerou um trauma significativo, pois várias coisas foram feitas ao mesmo tempo, o que deve ser evitado ao máximo:

  1. Mudança de endereço – Microclima diferente;
  2. Mudança de vaso e substrato – Transplante;
  3. Poda.

Diante dessas mudanças é necessário manter a planta estável durante o tempo suficiente para ela se reestabelecer. Tomando esse cuidado, depois de algumas semanas em tratamento, com regas regulares, ela começou a produzir brotações. Foi aí que percebi que estava dando certo. É preciso paciência, pois essas coisas demoram um pouco.

Aí entra uma ação estratégica. Assim que começarem a nascer brotos, é necessário podar os galhos mais compridos, tirando as folhas velhas e o excesso de comprimento. Isso favorece o crescimento dos brotos, pois garante o adequado suprimento de nutrientes.

Aqui após aproximadamente 2 semanas após o transplante, quamdo as novas folhas começaram a brotar. Sinal de que as condições estão favoráveis. Depois que aparecem, as folhas crescem muito rápido.

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Aqui apenas 4 dias após a foto anterior.

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E aqui depois de 1 mês e algumas pequenas podas estratégicas. Já mudou totalmente o visual.

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E no fim, após 6 meses, a planta já com a aparência recuperada.

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