Archive for the ‘Minhas Plantas’ Category

Mini-Romã ressuscitada dando fruta

Lembram da minha Mini-Romã que foi ressuscitada? Agora deu até fruta novamente!

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Mini-Rosa – Alporquia bem sucedida

Após inúmeras tentativas de reproduzir minhas Mini-rosas por estaquia, sem sucesso, resolvi tentar como último recurso uma alporquia.

Não fiz nada muito elaborado, foi só teste mesmo, e acabou dando certo. Peguei um pedaço de plástico, desses saquinhos de congelar carne, juntei um pouco de terra vegetal adubada e prendi com fita isolante. Não vou ensinar alporquia aqui, pois na internet já tem bastante lugar explicando. Só gostaria de dizer que não usei nada das frescuras que tanto dizem pra fazer, esfagno, plástico escuro etc, etc. Fiz bem tosco mesmo. Veja na foto abaixo.

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Daí eu deixei sem mexer por aproximadamente 5 meses, só regando de vez em quando, pois fiz furinhos no plástico para a água entrar quando eu regasse. Não sei se ajudou o atrapalhou. Na verdade fiquei na dúvida se o próprio caule umedece o alporque ou não. Se alguém souber, por favor aceito a explicação.

Infelizmente não tirei foto das raízes formadas no alporque, porque achei que nem ia dar certo. Mas não foram muitas, só um pouco de raízes grossas ao redor, sem muitas ramificações. Mas achei que já eram o suficiente para suportar o transplante. A foto abaixo foi logo que eu coloquei num vaso.

 

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Mas então percebi um erro, esqueci de desfoliar. Então ela começou a sentir a mudança, e as folhas começaram a amarelar e secar. Então pra tentar salvar eu arranquei as folhas e logo percebi pequenos brotos crescendo.

 

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Depois de apenas um mês ela já estava cheia de folhas novamente, e até um botão saiu abriu!

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E daí em diante só alegria!

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Ressucitação de uma Mini-Romã

A Mini-Romã, ao contrário do que se pensa, não é um bonsai de Romã, e sim uma variação de tamanho menor da Romã. Assim como no caso das Mini-Rosas.

É uma planta de sol, muito resistente e fácil de cuidar. Tanto que a minha sobreviveu por muito tempo em condições extremas. Estava na casa da minha mãe, passando por sol forte, secas, chuvas fortes, regas irregulares, terra ruim etc.

Só que ela começou a ficar muito feita, sem folhas e parou de crescer. Achei que estava morrendo. Então tomei medidas drásticas, trouxe pra minha casa e fiz um tratamento intensivo.

Aqui mostrarei as fotos de como estava e como ficou depois de muitos cuidados, além de dar dicas do que eu fiz para restaurar a planta.

A primeira coisa que fiz foi trocar de vaso, usando um substrato de melhor qualidade, composto basicamente de terra vegetal com um pouco de torta de mamona e farinha de ossos. Também usei a técnica de falso transplante, onde as raízes quase não são podadas, até porque já tinha pouca raiz.

Veja o estado deplorável em que se encontrava! Praticamente só galhos secos, parecia morta…

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Deixei em local bem iluminado mas sem sol direto. Isso é importante, pois plantas debilitadas não suportam sol direto, principalmente se estiverem com poucas folhas.

Pra finalizar a primeira etapa, retirei galhos e as folhas secas e amareladas, deixei só um pouco para a fotossíntese.

Importante observar que a mudança gerou um trauma significativo, pois várias coisas foram feitas ao mesmo tempo, o que deve ser evitado ao máximo:

  1. Mudança de endereço – Microclima diferente;
  2. Mudança de vaso e substrato – Transplante;
  3. Poda.

Diante dessas mudanças é necessário manter a planta estável durante o tempo suficiente para ela se reestabelecer. Tomando esse cuidado, depois de algumas semanas em tratamento, com regas regulares, ela começou a produzir brotações. Foi aí que percebi que estava dando certo. É preciso paciência, pois essas coisas demoram um pouco.

Aí entra uma ação estratégica. Assim que começarem a nascer brotos, é necessário podar os galhos mais compridos, tirando as folhas velhas e o excesso de comprimento. Isso favorece o crescimento dos brotos, pois garante o adequado suprimento de nutrientes.

Aqui após aproximadamente 2 semanas após o transplante, quamdo as novas folhas começaram a brotar. Sinal de que as condições estão favoráveis. Depois que aparecem, as folhas crescem muito rápido.

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Aqui apenas 4 dias após a foto anterior.

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E aqui depois de 1 mês e algumas pequenas podas estratégicas. Já mudou totalmente o visual.

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E no fim, após 6 meses, a planta já com a aparência recuperada.

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Minhas Orquídeas 2015

Troquei de vaso para ver se ajuda a criar  mudas, inclusive dividi em duas. Este ano também deu flor, mas só uma das mudas. Achei que não ia pela mudança de vaso, mas até que foi!

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Clique para abrir o álbum.

Cuidando dos meus Buxinhos

Olá! Conforme prometido, vou dar umas dicas de como tenho cuidado dos meus Buxinhos, e o que tenho observado com o tempo.

Tenho dois Buxinhos, um que está maior e tem um tronco grosso, que já deve ter mais de 10 anos estimados, e outro menor, que cresceu de forma mais arbustiva, com vários troncos finos saindo direto da base. Eles são ótimos exemplos de resultados diferentes de podas, e me serviram para aprender mais essa faceta da jardinagem. No final do post coloquei uns links de sites com dicas sobre poda.

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Crescimento Não Arbustivo

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Crescimento Arbustivo

Sem entrar muitos em detalhes, partindo de minhas observações obtive as seguintes regras básicas:

  • Um ramo podado tende a se dividir em dois ou mais;
  • Galhos com muitos ramos tendem a ter folhas menores que as de galhos com menos ramos;
  • Excesso de ramificações tendem a enfraquecer um galho, e a planta de modo geral;
  • Falta de ramificações também. Deixar galhos muito compridos com poucos ramos, além de esteticamente feio, também diminui a energia da planta, pois deixam menos folhas para a fotossíntese e o metabolismo da planta em geral. É preciso manter um equilíbrio;
  • Se você quiser enfatizar e fortalecer o tronco, precisa sempre remover os ramos que nascem perto da raiz.

O Buxinho arbustivo estava bem feio, debilitado, com folhas muito pequenas, excesso de ramos, e até alguns galhos secos. Então eu fiz uma poda de limpeza meio radical, tirei vários galhos com excesso de ramos, e também podei os ramos que nasciam muito perto da raiz. Em pouco tempo já comecei a perceber os resultados. Começaram a surgir ramos novos com folhas maiores e mais saudáveis.

Na foto abaixo é possível ver a diferença no tamanho das folhas entre galhos com muitos ramos e galhos com menos ramos:

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Folhas pequenas x Folhas Grandes

 

Esse problema de excesso de ramos é consequência das podas de topiária desenfreiadas, feitas com tesourão de poda. No começo fica bonito, mas com o tempo a planta enfraquece e precisa de mais atenção. Daí o único jeito é podar com precisão “cirúrgica”, e não somente modelando o formato.

 

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Ramos de folhas pequenas

 

A idéia é podar os galhos com muitos ramos pequenos e deixar galhos com menos ramos. No detalhe está demonstrado o surgimento de brotos que, se deixados, vão formar ramos indesejáveis. Arrancá-los logo cedo reduz o impacto na planta.

 

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Dica de poda de ramos.

 

Isso vale também para o Pingo-de-Ouro, e outras plantas usadas em topiária. Por isso que é comum vermos Buxinhos com buracos de galhos secos, principalmente nas ruas e grandes jardins, onde a poda é “sistemática”.

Quanto ao Buxinho não arbustivo, é bem diferente. Ele tem folhas maiores e um tronco bem desenvolvido. Por isso é mais saudável, está sempre dando novos ramos, e sua velocidade de crescimento em geral é maior.

 

Observação:

Se o objetivo for um bonsai, daí a história é completamente diferente, pois uma das coisas que mais se busca em bonsai é justamente produzir folhas pequenas e muitos ramos. Mas com isso vem todo um sistema de cuidados específicos para bonsai, envolvendo raiz, substrato, adubação regas etc, que não é o caso de plantas de jardim.

Apesar deste post ser relativo aos Buxinhos, acredito que essas dicas pode ser aplicadas em várias plantas.

 

Obrigado, até a próxima…

 

Sites de dicas sobre poda:

http://www.greenpower.net.br/blog/?p=271

http://www.fazfacil.com.br/jardim/tecnica-poda-de-arbustos/

http://fabiano.projetobonsai.com/

Buxinho

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O Buxinho, Buxus sempervirens, é uma planta muito conhecida nos jardins. É aquela mini-árvore que as pessoas deixam redondas parecendo uma bola. O nome Buxinho vem de Buxus, que é o nome científico. Esses links aí são só alguns de onde eu peguei informações, mas se colocar no Google vai aparecer muita coisa.

Este da foto é meu, isto é, da minha casa. Já estava plantada quando mudei. Estava podada mas eu deixei crescer meio rústica de propósito para renovar as folhas. Depois eu vou criar outro post falando mais especificamente sobre isso.

Deste eu criei várias mudas por estaquia, conforme a foto abaixo:

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Clique na imagem para abrir a galeria.

 

O Buxinho é muito fácil de multiplicar por estacas. Todas que eu fiz enraizaram, não tive perdas. Por isso tenho esse monte de mudas aí.

Sem entrar em detalhes, o Buxinho tem as seguintes características:

  • Crescimento lento (muito lento);
  • Requer poucos cuidados;
  • Gosta de sol direto;
  • É bem resistente ao excesso e falta de água (sem extremos…);
  • Multiplica fácil por estaquia;
  • É fácil de modelar podando em formatos variados.

Eu já vi buxinhos de todos os formatos, em bolas, cones, várias bolinhas na mesma planta, em andares, até em formatos de animais. Também são usados como cerca vida e bordaduras, igual é feito com Pingo-de-Ouro.

Tenho algumas dicas de coisas que aprendi cuidando dos buxinhos, mas vou deixar para outro post.

Até mais.

Novo canteiro de Pingo de Ouro

Olá!

Ressucitando o blog depois de um longo tempo sem postagens. Andei meio enrolado ultimamente, sem  tempo.

Resolvi tirar as Melissas do canteiro e substituir por Pingo de Ouro. Quero fazer uma cerca-viva. As Melissas estavam proliferando igual mato, e não sei porquê, nunca deram flores. (Se alguém tiver uma dica, eu aceito.)

Comecei criando as mudas em um vaso separado, como costumo fazer. Veja a criação das mudas.

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Depois coloquei em duas etapas, porque não quis trocar tudo de uma vez. Tirei só metade das Melissas e intercalei com os Pingos-de-Ouro.

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Essa é a primeira da fila, ainda novinha. Veja como no sol ela fica mais amarela!

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Depois de um tempo eu fiz novas mudas eu terminei a troca.

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Agora de outro ângulo, com elas já mais crescidas. Veja o tamanho que está a primeira. Estou deixando crescer pra dar um pouco mais de altura antes de podar.

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A samambaia intrusa do meio nasceu sozinha, tive dó de tirar, resolvi deixar e só podar os excessos.

Em breve vou colocar as fotos do canteiro, quando ele estiver mais preenchido. Por enquanto é isso.

Até mais.

PS: Separei uma muda para fazer bonsai, futuramente vou colocar as fotos.

 

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